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LUIS NASSIF 
            “Folha de São Paulo:”Afirmar que Armandinho é o maior bandolinista da atualidade é certo, mas é pouco. Dizer que é o maior bandolinista que surgiu no país depois de Jacob do Bandolim melhora, mas é insuficiente. Sustentar que é o maior instrumentista brasileiro surgido nos últimos 20 anos é justo, mas ainda não reflete todo o seu talento.
            Na verdade, Armandinho guitarrista e bandolinista, rei do carnaval baiano, é um dos maiores instrumentistas da história e um bandolinista à altura do rei Jacob. Tem lugar de honra em qualquer ranking dos maiores instrumentistas brasileiros do século...”
 
 
CAETANO VELOSO 
            “Sobre Armandinho o que eu posso dizer além do que já foi dito, é que ele é esse ponto central do frêvo tocado pela guitarra baiana, ele é o virtuose disso, o herdeiro direto do pai dele, que foi um grande instrumentista e criador do estilo, mas com  capacidade técnica muito mais desenvolvida, ele é um músico da melhor e mais e mais extraordinária tradução de virtuosismo popular da música brasileira, porque ele está ligado ao frêvo do trio elétrico e ao choro. Pra mim é um dos músicos mais importantes do Brasil, na verdade da história da música popular brasileira, ele tem uma enorme modéstia pessoal, o que é tocante, ele tem uma grandeza... Ele nem pensa nisso, o que é muito bonito”
 
  
MORAES MOREIRA 
            “Quando Atmandinho toca a gente se toca da diferença que há entre o talento e o gênio. Brasileirinho, Assanhado, Santa Morena, música por todos os lados, desafia o tempo tocando a alma no ritmo do coração, na batida. Traz a vida debaixo do dedo. Um de seus segredos é a bela educação musical dada por seu pai, Osmar Macedo, excelente músico e compositor além de inventor do trio elétrico. Desde garoto conheceu Garoto, importante figura do instrumental brasileiro, além de outros grandes, dentre eles Waldir Azevedo, Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim, este, com certeza, a sua mais forte referência. Além dos populares também teve acesso aos clássicos. Tudo isto, porém, poderia ter ficado parado no tempo, não fosse Armandino um virtuose, capaz de visitar e revitalizar toda esta arquitetura musical, jogando pro futuro tudo o que seu pai lhe dera de presente no passado. Apesar e acima de tudo, o bandolim e a guitarra baiana de Armandinho brilham intensamente neste pedacinho de céu, nos palcos, nos trios elétricos. ”